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Tradição desde 1939

O "Café Carioca" surgiu na década de 30, situado à Rua Dom Pedro II, sendo logo depois transferido para a Praça Mauá, 1, onde se encontra até hoje.

Inicialmente, a casa oferecia sanduíches e café, tendo ficado mais conhecida com a introdução dos famosos pastéis - que até hoje ocupam o primeiro lugar na preferência da clientela. O sucesso é tão grande que muitos clientes já levaram os pasteizinhos para outras cidades, fora do Estado, como Curitiba, Rio de Janeiro e Recife, ajudando a tornar o "Café Carioca" conhecido em âmbito nacional!


Gente Famosa

Ao longo desses anos, o "Café Carioca" acompanhou de perto a história polí­tica e cultural do centro de Santos. Por ali já passaram Geúlio Vargas, Jânio Quadros, Eurico Gaspar Dutra, João Goulart, Lula e o santista Mário Covas, que não dispensava os pastéis quando estava na cidade. Também os artistas Nuno Leal Maia, Luis Américo, Ary Toledo e a esportista Hortência, para citar alguns nomes.


Origem do Café e Bar Carioca, conforme manuscrito elaborado por seu fundador:

Eu, MANOEL DE PAIVA FERNANDES, em setembro de 1939, aluguei uma loja com duas portas na Rua Dom Pedro II nº 16 e, em 24 de novembro de 1939, inaugurei o CAFÉ E BAR CARIOCA.

Na época a esquina da Praça Mauá com a Rua Dom Pedro II, estava ocupada com a Telefônica a qual desocupou em setembro de 1940. O proprietário, Sr. Manoel Fernandes Vieira, me escreveu uma carta me oferecendo a loja caso eu quisesse mudar para lá.

O aluguel era um pouco caro e estava havendo a 2ª Guerra Mundial e a situação não era boa e eu estava com um certo receio, mas a solução era ir para lá. Então eu resolvi vender o atual e admitir sócio no pequeno Bar Carioca, que foi o amigo Sr. Francisco de Oliveira Seabra, e fomos falar com o proprietário e fechamos o negócio. Passado um ano, justo no dia 24 de novembro de 1940, fizemos a transferência para a esquina da Praça Mauá, onde se encontra até hoje. Ficamos lá sete anos e em novembro de 1947 vendemos para o Sr. Jandir Trindade e assim terminou a primeira fase e eu fiquei sem trabalho uns meses. Mas, um dia eu estava na Rua João Pessoa em frente ao Bar Caravelas e encontrei com o Sr. Serafim de Almeida Rato e ele me convidou para eu fazer com ele e o Sr. Arlindo Quaresma a compra de um Bar numa Sociedade.

Então ficamos estudando o caso para depois entrar em atividade, mas neste intervalo eu fui ao Carioca e então falando com o Sr. Jurandir, o proprietário, eu lhe falei que eu iria com mais dois sócios comprar negócio na praia. Ele se mostrou interessado em vender o Carioca, eu então falei com o Sr. Serafim e o Sr. Quaresma e lhes disse que era melhor nós comprarmos o Carioca, e foi o que fizemos, e passado algum tempo o movimento começou melhorando e resolvemos admitir mais um sócio que foi o Sr. Antonio Maneira da Silva, fazendo uma sociedade com quatro sócios que durou vinte e cinco anos, pois foi até dezembro de 1973. Em janeiro de 1974 eu e o Sr. Antonio Maneira cedemos (venderam) o lugar para o Sr. Manequinho e para o Sr. Pepe os quais ainda se encontram lá continuando assim o Carioca com quatro sócios.

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